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Alex Varela

A Ancestralidade, a Memória, a Representatividade, e o Pertencimento

Estreou no teatro do CCBB RIO 2 Makeda. A Rainha da Arábia Feliz. O Musical.
Alex VarelaPor Alex Varela11 de março de 2024Nenhum comentário4 Minutos lidos
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Makeda - A Rainha das Arábias. Crédito: Matheus Alves
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Makeda narra a história de uma princesa predestinada a tornar-se a rainha de Sabá.

Mas, para a jovem se tornar uma rainha, ela tem que passar por um processo de formação que passa por um diálogo com o seu trisavô, “uma pessoa com luz no coração”, que tem a essência do masculino e do feminino.

O “velho ancião” é um detentor de saberes, um sábio. Ele terá a missão de transmitir a jovem princesa histórias e lendas que lhe foram passadas por gerações anteriores, por meio da oralidade, na comunidade a qual ele pertence.

A jovem princesa se encontrava com o trisavô na tenda, onde estabeleciam conversas duradouras. Eram “papos do conhecimento” que tinham como base os contos transcritos em um antigo pergaminho intitulado A Trilogia das Arábias, cujos personagens principais são grandes rainhas do passado. São as realezas ancestrais, que ajudarão a guiá-la a se tornar rainha. Por isso é fundamental o conhecimento do passado, as suas referencias ancestrais, uma vez que é um elemento fundamental para empoderar a jovem rainha e conseguir ascender o trono.

Os ensinamentos sobre ancestralidade, memória, e pertencimento, e os diversos exemplos a ser seguidos informados pelo trisavô ancestral com base no pergaminho possibilitaram que a jovem princesa fosse instruída e aprendesse a usar a imaginação para passear por universos de faz de conta, visitar seu passado, e conhecer expressivas mulheres pretas que atuaram em tempos pretéritos. Conhecendo essas mulheres fortes, guerreiras e heroicas dos tempos de outrora, Makeda encontrará nas mesmas suas referenciais, e assim superará os medos. Empoderada e segura, se tornará uma rainha.

Makeda e seu trisavô embarcaram na arca e foram realizar a viagem. E, lá foram os dois rumo ao reino Peninsular visitar as antepassadas.

Primeiro, eles foram a cidade Pétrea, onde vivia a rainha Pétrea, localidade onde a cor rosa predominava, embora a tonalidade azul fosse a preferida da monarca.

A segunda cidade visitada foi o reino da cidade deserta, local de referencia de mulheres de sapiência. A rainha do deserto é uma figura feminina de descendência real. E, ensino a Makeda palavras de empoderamento.

E, por fim, chegaram ao triste reino da Arábia Feliz, governado por um rei que deixava o seu povo sofrer, passar mazelas.

Tendo recebido os ensinamentos do seu trisavô, e tendo conhecido as rainhas pretas antepassadas, Makeda adquiriu sabedoria e poder.

Makeda foi coroada rainha da Arábia Feliz. No seu reinado não quer injustiças. A riqueza será partilhada igualmente. Todos terão um quinhão de terra para plantar e colher o alimento. Portanto, um reino fraterno e feliz.

A dramaturgia do espetáculo é de Allex de Miranda, e é toda calcada nas culturas africanas ancestrais. E, recuperá-las é de fundamental importância. Não podemos perder as referencias, pois a ausência das mesmas nos leva ao abismo. E aí reside um ponto positivo do espetáculo.

Makeda, a jovem princesa que foi coroada rainha, é interpretada por Graciana Valladares, uma jovem atriz preta. Sua atuação é digna de representatividade da juventude preta como símbolo de estímulo da autoestima. Ela faz uma Makeda vibrante, alegre, despojada, feliz. Ela é linda, os seus cabelos são lindos, e sua alma exala poesia.

Makeda – A Rainha das Arábias. Crédito: Matheus Alves

Makeda é direcionada por meio dos ensinamentos do seu trisavô, interpretado por Thiago Justino, que desempenha muito bem e com muita força o papel do “velho sábio”. Ele tem sabedoria, conhecimento, e ensinamentos.

Os demais atores também estão bem em seus respectivos papéis, desempenhando inclusive mais de um personagem.

No geral, o elenco é bom, de qualidade, e apresenta um certo entrosamento.

Os cenários de Anderson Dias são criativos, e em tom pastel. No palco há diversos pergaminhos, e no centro uma arca/cadeira de balanço. A arca é o meio utilizado por Makeda e seu trisavô para realizar a viagem. Ela descende de Noé, conforme está escrito na Bíblia. E a cadeira de balanço era o local em que ela e o vovô conversavam.

Os figurinos criados por Wanderley Gomes são bonitos, de bom gosto, e adequados. Ganham destaque os figurinos das rainhas, Pétrea, e a do reino da cidade deserta, que são delicados e meigos.

A direção musical é de Maíra Freitas, que acerta ao dar uma boa sonoridade ao espetáculo, e apresentar músicas que transmitem poesia e belas melodias que soam bem aos ouvidos.

O espetáculo é muito bem produzido, e para conseguir a excelência conta com a direção de produção de Bruno Mariozz.

A iluminação de Daniela Sanchez é correta, não extravagante, e sobressai no tom pastel do cenário.

Makeda é um espetáculo infanto-juvenil. Contudo, dialoga com todo o público, de todas as faixas etárias, sobre ancestralidade, identidade, memória, pertencimento. Portanto, a produção é para todas as idades.

Makeda exalta a representatividade, a diversidade e a beleza do povo preto!

Texto redigido por Alex Gonçalves Varela.

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Alex Gonçalves Varela é historiador, professor do Departamento de História da UERJ, e autor de diversos enredos para escolas de samba, tendo sido autor dos enredos campeões do carnaval de 2006 e 2013. É autor de livros e artigos.

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