A abertura da exposição Horizontes. Memória e pele, do artista espanhol David Catá, reuniu convidados no Instituto Cervantes do Rio de Janeiro em uma noite marcada por arte, reflexão e sensibilidade. A mostra, inédita no Brasil, propõe um mergulho na relação entre corpo, memória e território, conceitos centrais na trajetória do artista galego.

Durante a inauguração, o público pôde observar de perto as impactantes imagens em que Catá utiliza o próprio corpo — especialmente as mãos — como suporte para bordar paisagens e afetos. As obras, que dialogam entre fotografia e performance, despertaram curiosidade e emoção entre os presentes, que circularam pelo espaço em clima contemplativo.

Obra de David Catá em exposição.

A exposição também evidenciou a forte conexão do artista com a natureza e com os lugares que atravessam sua história. No contexto carioca, esse diálogo ganha ainda mais força, ao incorporar simbolicamente a paisagem do Rio de Janeiro como parte de sua pesquisa artística.

Entre encontros, conversas e registros fotográficos, a noite de abertura destacou não apenas a potência estética do trabalho, mas também sua dimensão íntima e sensorial. Mais do que uma exposição, Horizontes. Memória e pele se apresenta como uma experiência que convida o espectador a refletir sobre pertencimento, identidade e as marcas que carregamos — visíveis ou não.

Exposição “Horizontes. Memória e pele”
Artista: David Catá
Abertura: dia 9 de abril, às 19h
Local: Instituto Cervantes do Rio de Janeiro
Endereço: Rua Visconde de Ouro Preto, 62 – Botafogo – RJ
Período de visitação: de 10 de abril a 9 de junho de 2026
Horário: de segunda a sábado, das 10h às 19h 

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