Mario Camargo, artista visual, em 2022 e 2023 participou de cinco grandes exposições; duais individuais e três coletivas.

Em janeiro de 2023 no IBEU, Mario fecha o seu ciclo com a exposição individual, “No campo das beterrabas”, onde apresentou onze telas brancas onde as costuras substituíam o desenho.

Em seguida, para  buscar outras referências artísticas, Mário partiu em viagem cultural na costa oeste dos USA.

Houston e Los Angeles foram as cidades escolhidas. Em Houston visitou a capela de Mark Rothko, os museus de Cy Twombly, o de Dan Flavin e o The Menil Collection.

Em Los Angeles, uma mostra do “In Praise of Shadows” (Em Louvor das Sombras) no The Broad Museum, marcou o ponto alto da viagem. O extra-extraordinário WILLIAM KENTRIDGE (1955) – artista sul-africano cujo os áudio-visuais são conceitualmente animated cartoons.

Mario Camargo e a obra de Jeff Koons no The Broad Museum.

São marcadamente manipuladores da Colagem e do Desenho, tendo o Autorretrato (Representação do Corpo Branco). Em politizada interceptação da morte do Sujeito Individual ao regime do Apartheid na África do Sul, passando pela História Social e Política do Ocidente na primeira metade do Século XX.

Como não bastasse uma última visita ao museu Hammer Museum, também em Los Angeles,  a exposição ‘Together in Time’ e com a instalação majestosa da artista japonesa, Chiharu Shiota, fechou o circuito desta viagem pela Costa Oeste dos USA. A intensidade de viver artista e seus desafios para consigo mesmo e para com o mundo, confirma as palavras de Merleau Ponti, que diz: “A arte é a verdade da existência encarnada, que inspira e expressa nosso secreto e carnal pertencer ao mundo”.

Disney Music Hall, LA.
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