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Rodolfo Abreu

“EDDY – violência & metamorfose”, a partir da obra de Édouard Louis — com João Côrtes, Julia Lund e Igor Fortunato estreia nova temporada no Teatro Poeira

Luiz Felipe Reis e Marcelo Grabowsky dirigem a montagem que, após sucesso no Sesc Copacabana em junho, inicia nova temporada no Teatro Poeira, com estreia no dia 17 de julho.
Rodolfo AbreuPor Rodolfo Abreu9 de julho de 2025Nenhum comentário7 Minutos lidos
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Foto de cena por Elisa Mendes
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Considerado um dos maiores fenômenos literários da última década, o escritor francês Édouard Louis ganha sua primeira adaptação para o teatro brasileiro com a estreia do espetáculo “EDDY — violência & metamorfose”, que, após temporada de sucesso Sesc Copacabana, chega agora ao Teatro Poeira no dia 17 de julho.

Idealizado e produzido pela Polifônica — companhia criada por Julia Lund e Luiz Felipe Reis e que celebra 10 anos em 2025 —, o projeto tem direção compartilhada por Luiz Felipe e Marcelo Grabowsky e uma dramaturgia construída a partir de três livros do premiado escritor: “O Fim de Eddy”, “História da Violência” e “Mudar: Método”. 

A proposta, absolutamente original, de reunir em um único espetáculo três contundentes publicações do autor teve o aval caloroso do próprio Édouard Louis. “É a primeira vez que isso será feito no mundo, então, sim, façam isso, realizem esse projeto”, instiga o escritor, que será vivido no palco pelo ator João Côrtes. 

O novo espetáculo, que aborda temas urgentes como violência de classe e de gênero, homofobia e xenofobia, dá continuidade e aprofunda uma proposta de reflexão crítica elaborada pela Polifônica a respeito da violência e da dominação masculina nas relações humanas e suas devastadoras consequências. 

“Ao longo desses dez anos, buscamos, através de cada trabalho, propor uma reflexão coletiva acerca dasconsequências da desmedida ânsia masculina por poder, controle, dominação e submissão; sobre como isso produz danos nos mais diferentes corpos — humanos, além de humanos e de toda a Terra —, mas, principalmente, em tudo aquilo que se aproxima ou é identificado como feminino”, elabora o diretor Luiz Felipe Reis. “Meu interesse pela obra do Édouard surge como desdobramento dessa investigação contínua que venho realizando sobre diferentes modos de violência, sobretudo os que constituem o mundo masculino — seu ethos e psiquismo, as regras e normas das sociedades patriarcais e, sobretudo, do regime totalitário do capital sob o qual estamos todos subjugados. Édouard reflete e escreve sobre violência social, política, econômica, cultural, racial, sexual, de gênero, ou seja, sobre inúmeras formas de produção e de circulação da violência, sobre todo um circuito de violência que rege nossos comportamentos e pensamentos, sociais e individuais. Em outras palavras, Édouard descreve com precisão iluminadora os efeitos devastadores das forças de opressão e de destruição que constituem a nós e nossas sociedades contemporâneas. Por isso, sua obra é um alerta e um chamado a encontrar vias de contraposição e de combate a tais forças. Investigar a violência é buscar formas de responder à violência, modos de reagir que questionem e, se possível, transformem as violências naturalizadas que constituem a realidade. É por isso que violência e metamorfose são temas profundamente conectados: as forças de violência, de algum modo, provocam e convocam as forças de transformação. A violência do mundo nos interpela a tomar posição, reagir e transformar este mesmo mundo”.

“A nossa peça se baseia em três livros de uma obra que continua a se expandir e a se ramificar em diferentes histórias conectadas; histórias que aconteceram com ele num contexto francês, mas que poderiam muito bem ter acontecido com qualquer um ou uma de nós, num contexto brasileiro, pois há sempre uma força violenta de destruição e de morte que ronda e ameaça o feminino, seja em que corpo ou lugar ele estiver”, diz a atriz e coidealizadora do projeto, Julia Lund.

O novo projeto da Polifônica também dá sequência à pesquisa estética de Luiz Felipe Reis acerca da noção de polifonia cênica, em que busca estabelecer uma relação criativa e não hierárquica entre o teatro e diferentes linguagens e formas de arte, como o cinema, a literatura e o som — pesquisa elaborada desde o primeiro espetáculo da companhia, “Estamos indo embora…” (2015), assim como em todos os trabalhos subsequentes: “Amor em Dois Atos” (2016), “Galáxias” (2018), “Tudo que brilha no escuro” (2020), “Vista” (2023) e “Deserto” (2024) — este último em cartaz atualmente no Teatro Poeira, com temporada prorrogada até agosto, devido ao sucesso, e indicações ao Prêmio APTR para Melhor Dramaturgia, Direção e Ator.

O cineasta Marcelo Grabowsky, que já havia colaborado com a Polifônica no espetáculo “Amor em Dois Atos”, foi convidado para retomar sua parceria com o grupo, coassinado a direção e a dramaturgia de “Eddy — Violência e Metamorfose”, ao lado de Luiz Felipe Reis. 

“Admiro muito a forma como a companhia enxerga a cena teatral e propõe esse cruzamento de linguagens. Há uma importância em encenar dilemas e vivências de corpos e subjetividades gays e, assim, fazer a gente se reconhecer em cena. Mesmo com o avanço e a legitimação de muitas vozes LGBTQIAP+ no Brasil, o conservadorismo e o preconceito insistem em revelar e exercer a sua violência. Édouard elabora de forma muito instigante um olhar sobre a violência, encarando sua complexidade, questionando a sua origem, e conseguindo transformar suas próprias experiências, por mais duras que possam ser, em Literatura e arte”, analisa Grabowsky.

A peça gira em torno de um episódio real vivido pelo autor, representado aqui por João Côrtes, no Natal de 2012, em Paris. Após um jantar com amigos, ao voltar para casa, Édouard é abordado por um jovem de origem argelina, Redá, personagem de Igor Fortunato, e, então, seguem para o apartamento do escritor. Mas, após uma noite de amor, na manhã seguinte, Édouard é violentado por este homem e quase assassinado. O episódio traumático, elaborado na obra “História da violência”, dá início a uma jornada reflexiva e de elaboração a respeito das estruturas sociais que viabilizam a produção, a reprodução e a circulação da violência em nossas sociedades. Um ano após o terrível episódio, após lidar com uma série de procedimentos médicos, policiais e jurídicos relacionados ao caso, Édouard inicia uma viagem de retorno à sua cidade natal, hospeda-se na casa da sua irmã, Clara, vivida por Julia Lund, e é a partir deste reencontro que inicia-se um jogo de relatos, de narrativas e de representações que reconstituem e investigam o ocorrido naquela noite, em que vêm à tona uma pluralidade de questionamentos e de reflexões acerca do machismo, do racismo e da homofobia enraizadas na nossa sociedade. Ao longo do espetáculo, a narrativa de “História da violência” também é atravessada por trechos de “O fim de Eddy” e culmina na recriação de fragmentos de “Mudar: método”, obra em que Édouard reconta sua trajetória de emancipação social e intelectual, desde a saída da sua cidade natal, Hallencourt, até a sua chegada e estabelecimento em Paris.

“Eu me identifico em muitos lugares com a trajetória do Édouard Louis. Como homem gay, também conheço esse lugar de lidar com a violência, a insegurança, a autoaceitação, e o desejo de ser amado. A peça aborda esses temas de forma muito eloquente, profunda e simbólica. Está sendo um processo sensível e detalhista. Na verdade, estou interpretando uma mistura de alterego, uma versão teatral dele, e o próprio Édouard. É uma responsabilidade muito grande, porque tenho consciência da importância dele para a literatura mundial. Mas Luiz Felipe Reis e Marcelo Grabowsky são diretores que admiro demais e a nossa troca é incrível”, conta João. 

O ator Igor Fortunato, intérprete do estrangeiro Redá, que acaba se tornando algoz do protagonista na trama, analisa a origem da brutalidade nas relações, quando o oprimido se transforma em opressor. “A partir de tantas violências cotidianas sofridas por ser imigrante — assim como eu, um ator nordestino que veio para o Rio de Janeiro, guardadas as devidas proporções, é claro —, vejo que meu personagem é ambíguo e está inserido nesse sistema perverso, para que exista desta forma no mundo: se por um lado sofre, por outro, acaba se autorizando a praticar as micro e macroviolências. A montagem fala da despersonalização disso tudo”, avalia.  

Coidealizadora do projeto, Julia Lund também ressalta que, apesar da história ser ambientada na França, vai causar muito impacto no público brasileiro. Afinal, o país é o que mais mata pessoas LGBTQIAP+: a cada 34 horas, uma pessoa é vítima de homicídio ou suicídio.  “Sou fã do Édouard, li todos os livros que foram traduzidos para o português e vejo a obra dele como uma grande porta de entrada para refletirmos sobre alguns temas fundamentais como a violência social, sexual e de classe. A obra dele permite muitas vias de acesso e por isso interessa e toca um público tão diverso”, aposta ela. 

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Rodolfo Abreu
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Jornalista, assessor de comunicação e produtor cultural, o carioca Rodolfo Abreu desenvolve trabalhos na área da comunicação há mais de 20 anos. Amante da cultura em geral e estudioso da cultura pop, Rodolfo Abreu já publicou dois livros na área, produziu eventos como shows e encontro com artistas, além de ter realizado o seminário “Videoclipe: música, imagem e revolução na cultura pop”, na Fundação Casa de Rui Barbosa e no Centro Cultural da Justiça Federal.

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